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In festival gastronomia Música rock

Burger Fest Rock inova festivais gastronômicos no Amapá



A primeira edição do evento propõe ir além das degustações de hambúrgueres e disponibiliza diversas atrações para o público


Hambúrgueres, shows de rock, Palestra Show, exposição de motos e competições gastronômicas são algumas das atrações que compõem o 1º Burger Fest Rock promovido pelo Sebrae. O Festival acontece nos dias 11 e 12 de maio, das 17h às 22h, no estacionamento do Sebrae em Macapá. O valor da degustação gastronômica é R$ 10 reais.

A proposta do Festival é inédita no Amapá, pois agrega 10 atrações diferenciadas em um único evento gastronômico, que são hambúrgueres artesanais, cervejas artesanais, gelatos, shows de rock, Palestra Show, exposição de motos, espaço destinado a tatuagem, competição gastronômica, espaço de moda e serviço de barbearia.

O Sebrae mantém o foco na promoção de Festivais Gastronômicos devido atualmente ser uma importante estratégia para alavancar as vendas e aumentar o faturamento das empresas do setor de alimentação. Além de possibilitar à população amapaense o acesso a serviços e produtos de qualidade a um preço popular.


Degustação

A praça de alimentação expõe e comercializa 13 opções de alimentos produzidos por parceiros do evento. Cada degustação custa R$ 10 reais.

Os hambúrgueres disponíveis para degustação são: Home Rock (Homemade Burger), Kurt Cobacon (Cacaio’s Burguer), Bahamas (Mr. Urbano), Cazuza (Soul Bistrô), Frank James (Wanted), Lancelot (Kings Chef), Monstro Rock (Fábrica Monstro Burguer), Burger Pretzel’s (Pretzel’s Café), Charque Brow Jr (Rustic Hamburgueria), Led Zeppelin (Dr. Frango Hamburgueria) e Crazy Rock (Burk Hamburgueria). Além dos hambúrgueres há também degustação da cerveja Kombreja (Trina Cerveja Artesanal) e do chopp Maracujá Supremo (Chopp Da Vovó).
  
Palestra Show

A abertura do evento conta com a Palestra Show do chef Jimmy Ogro, profissional conhecido por participar de programa global culinário. Ele apresenta a palestra show: “O mercado de hambúrguer no meio gastronómico, ainda há espaço para mais?”, no dia 11 de maio, às 19h30, na sede do Sebrae em Macapá, no Auditório Santana. O ingresso é 1 kg de alimento não perecível (arroz ou feijão).

Atrações

O Burger Fest Rock oferece diversas atrações somadas ao tradicional espaço de degustação de alimentos. Como:

Burger Experience

Espaço com a produção exclusiva de hambúrgueres Gourmet. Eles serão produzidos a 4 mãos por chefs convidados e em seguida serão degustados pelo público.

Desafio Devoradores

Espaço destinado a realização da competição de quem come mais hambúrguer em menos tempo. Serão selecionadas pessoas do público para ‘devorar’ a maior quantidade de hambúrgueres no tempo estipulado de 5 minutos.

Show de Rock

Também há música no Burger Fest Rock. No dia 11 de maio, a Banda Venecy apresenta seu repertório e no dia 12 de maio é a vez da Banda Tia Biló.

Andréa Maciel
 Ascom Sebrae/AP

Ah gente! Uma parte super importante hehehe: 

 Espaços e parceiros

Também estarão no evento: Navalha Nervosa, Norte Rock com super camisas de séries e bandas e ainda com espaço para esta que vos escreve para vender livros artesanais <3 , e também o Clube da Barba, Spawn Tatto, e The Black Barber, para expor e comercializar produtos e serviços. Bora lá? - Camila K. Ferreira


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In Música Series

Assistir séries muda nossa perspectiva de qualquer coisa


O título desse texto parece ingenuo mas não é. Tirei o domingo para ouvir música e me deparei com um álbum do The Cure, o Desintegration. Nunca fui muito fã da banda e os hits que tocam até hoje nos bares de Macapá, me irritam. Comecei a ouvir The Cure com outra perspectiva depois que assisti a série One Tree Hill, que conheci via SBT com o título de "Lances da vida" (e não consegui mais assistir porque a emissora cortou na 2ª temporada) e completei a maratona de 9 temporadas em 2014, quando consegui acompanhar tudo graças ao torrent e comunidades do orkut. Lá The Cure é a banda favorita de uma das protagonistas, que é colecionadora de vinis e tem o quarto dos meus sonhos, com uma sala cheia de clássicos de vários estilos. 



A trilha sonora é um dos destaques da série além das citações de grandes nomes da literadura mundial. O peso emocional que esta produção tem para mim é gigante. Reassisto sempre que posso e cada vez descubro músicas, escritores diferentes e também perspectivas. 

Todos os personagens tem uma inspiração única e um ar melancólico que combinava com quem eu era quando acompanhei a série em tempo real. Hoje em dia, assisto para matar a saudade. Me senti meio orfã desde que acabou e ainda não consegui me conectar tanto com outra série como aconteceu com OTH. Mas voltando a nós e a conversa que iniciei ali em cima, o fato de eu não ser fã de The Cure, mudou no momento que procurei uma das músicas que ouvi num dos episódios da série e achei o álbum inteiro. A música "Pictures of you", fez com que acontecesse a mágica quando ouvi e isso me levou a todas as músicas que acompanham o álbum Desintegration. Nada mais que um clássico atemporal. Deu até vontade de ir num show da banda só para ter a experiência de ouvir ao vivo todas estas músicas incríveis. 




Engraçado pensar que na época de lançamento do álbum, em 1989, ele era considerado um disco pop! Certo, sei que o pop mudou, ganhou novos ares, que fico entre o amor e o desamor. O lance para mim é que, quase 29 anos depois, mudei minha perspectiva musical sobre uma banda que nunca tive tanto interesse assim. E para mim, música tem a ver com estado de espírito, maturidade e outros crescimentos internos que te permitem ouvir músicas de outra forma. Então, não dá para dizer que você nunca vai gostar de tal som. O tempo as vezes é ironico com nossas afirmações. Em 2014, ouvi apenas uma música, num contexto, e agora ouço o álbum Desintegration todo e posso dizer que é um álbum que quero ter na minha coleção. Logo eu, que odeio ouvir "Just like haven" por aí. Mas se tocar, eu danço. 

E minha perspectiva é outra depois de One Tree Hill, não tenho dúvidas. 


Por Camila K. Ferreira 

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In disco Música vinil

Rotações: João Bosco

E estreando a coluna "Rotações" aqui no blog Espia! tem a colaboração de Charles Chaar, que trará quinzenalmente impressões sobre discos que fizeram história e memórias. Confira! 

João Bosco de Freitas Mucci, mais conhecido como João Bosco, mineiro de Ponte Nova, é um gênio da música brasileira. Não há outra definição. O jeito de tocar, cantar e compor é de uma expressão inigualável. Tamanha autenticidade e talento, influenciado pelo samba, jazz, entre outros ritmos, o levou a gravar inúmeros sucessos ao longo de sua bem sucedida carreira.

Junto com seu parceiro constante de composição, Aldir Blanc, formam uma dupla que marcou a história da música popular brasileira. Como não lembrar canções que atravessam o tempo e a nossa história como “O Bêbado e a Equilibrista”, “Bala com Bala”, “O Mestre-Sala dos Mares” e “Kid Cavaquinho”?

Dica pra você ouvir: disco que completou 30 anos – Ai, ai de mim!



Lançado em 1987 “Ai, ai de mim” é o 12° álbum do artista. Entre os destaques do álbum estão as românticas "Desenho de Giz" e "Quando o Amor Acontece", ambas em parceria com Abel Silva.

“O amor quando acontece a gente esquece logo que sofreu um dia...” um bolero suave de fundo marca o compasso da música. Aos 3:00 da música João começa a fazer uns improvisos vocais que só ele é capaz e nenhuma palavra descreve com precisão (como em tantas outras canções...). Vale a pena conferir também “Si, si, no, no” – um instrumental que estreia o álbum – e “Das dores de Oratórios” a música que encerra.

Curiosidade: “Eu e minha guitarra”, a oitava música do álbum, tem um suingue único. Sempre achei o ritmo e acordes da música “Ventania” do Jorge Vercilo parecida com a do João (pode comparar). Para a minha surpresa encontrei um vídeo no youtube em que o próprio Vercilo revela que João Bosco foi sua fonte para esta composição.


Por Charles Chaar

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In Colecionadores Cotidiano Música

Banca do Nando: discos, cd´s para quem ama colecionar



Semana passada estive numa passagem relâmpago pela cidade de Belém do Pará, e de praxe, aproveitei para pesquisar vinis e cd´s que acompanharam e acompanham minha história até hoje. Na minha cabeça, minha vida é baseada numa trilha sonora de muitos sons e gosto de guardar tudo como se fosse um diário musical. 

Já tem um tempo que frequento o Mercado de São Braz com este objetivo: comprar raridades, seja filme, cd ou vinil. Da última vez que fui, comprei 10 cd´s, que tinham muito da minha história da fase jovem adulta e encontrei tudo na Banca do Nando. 

Nando e algumas raridades internacionais do acervo que você pode comprar
É MPB que você quer? Lá tem também! 

O cara está no Mercado de São Braz há 30 anos! Não é pouco! E que pessoa gentil! Além de ter um acervo incrível, o atendimento é o que faz você querer voltar sempre para ver novidades. Tem de tudo um pouco: filmes clássicos, box de séries completas, vinis de muitos estilos, principalmente para os fãs de rock´n roll e mpb, e os cd´s que você está procurando há anos ou só encontra na internet por preços absurdos, na Banca do Nando você encontrará por um precinho bem camarada, é certeza. 


Quis fazer este post porque o trabalho dele vale muito a pena ser divulgado. Uma pessoa que dedicou até agora todo este tempo para compartilhar/vender tanto material incrível, merece um olhar de gratidão. A música une mesmo as pessoas e quando você passar por Belém do Pará, a parada obrigatória é a Banca do Nando no mercado de São Braz, para você que é fã de música e gosta de ter aquele sentimento de ter o cd ou vinil nas mãos. Ah, ele também envia pelos Correios! Então dá uma espiada no perfil dele e faça suas encomendas.


Por Camila K.Ferreira 

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In Moda Música Pj Harvey

Essência de estilo: Pj Harvey

Polly Jean Harvey ou apenas Pj Harvey é uma figura artística e feminina inspiradora em sentido de força, beleza, personalidade e mudanças. Conheci na época em que comprava todo mês uma Showbizz, e li uma resenha a respeito de um dos álbuns dela. Consegui contatos pelo MIRC (ah gente, sou das antigas, dá um google ai para saber mais), que me cederam gentilmente um mp3 da música "Dress". 


Até então, quem dominava minha playlist era Alanis Morissette, porém, a sonoridade do novo trabalho já não fazia muito sentido para mim. Buscava algo mais "sujo" e rock´n`roll. Quando ouvi Pj Harvey foi amor à primeira ouvida. Catei todas as informações sobre ela e a carreira, todos os álbuns e assim conclui: Que mulher! 



Uma voz única, compositora criativa e cheia de atitude. Não é à toa que um de seus álbuns, Rid Of Me, contou com a com a produção do então badalado Steve Albini, o mesmo homem que participoou das gravações de In Utero, do Nirvana. 


Também cheguei a ver uma premiaçao do Grammy que ela recebeu de melhor álbun alternativo. Que orgulho! Eram tempos de ouro para o rock´n roll. Suas letras são um bônus: inspiradas em seus próprios sonhos que passam por angústicas, romances e reflexões excentricas. Fora toda sua obra essencial, o estilo de Polly Jean acompanhou todas estas mudanças sonoras. Um estilo único que inspira além das roupas. Musa real ! 

"Eu sempre gostei de me vestir", admitiu Harvey, que escreveu canções com títulos como "Dress" e "That Was My Veil". Espia a essência de estilo dela! 

1992:  Foto : Kevin Cummins/Getty Image

Aqui com maquiagem inspirada em Andy Warhol 

Lingerie 


Em 2003 ela reviveu o estilo rocker com muito preto e acessórios

Customizada sim! Quero esse conjunto Spice! 

Em 2006 ela afirmou: "Eu acho que a sexualidade é uma parte muito grande da música , além de  interpretare criar imagens", disse Harvey.

Com as letras de suas músicas costuradas no vestido. Trazendo o clássico e o teatral para os palcos

Pj Harvey se reiventa sempre!

E não é uma camaleoa? É incrível como ela consegue se reiventar e continuar com a mesma essência. Sem dúvida uma inspiração de estilo. 

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In Entrevista HipHop Música

Preto Jorge Antagonista: ideias, rima, um microfone e Rap Na Veia


Conheci o Jorge Filipe por acaso, depois assisti a apresentação do coletivo Máfia Nortista, na festa de encerramento do 13º FIM, que diga-se de passagem, foi muito massa! Os caras ganharam o Prêmio Gengibirra de Audiovisual com o clipe Macapá Quebrada, merecidíssimo, porque são realmente notáveis: com letras que retratam a realidade de Macapá, política e o caos da sociedade. Pretendo conhecer mais ainda a cena rap amapaense que é incrível!

Máfia Nortista / Foto Divulgação

Fiz contato com o Preto Jorge Antagonista para expandir minhas lentes fotográficas e conheci um pouco mais deste cara talentoso e com muitas ideias inspiradoras. E ainda tive a honra de ter uma de minhas fotografias como capa do EP “Visão Periférica”. Confira a entrevista!  

Foto: Camila K. Ferreira / Capa do EP Visão Periférica

Q: Como você começou a participar da cena Rap amapaense?

J: Sempre acompanhei a cena Rap aqui em Macapá como espectador, comecei a atuar como Repeiro (Rapper), quando fui convidado a participar do festival Expressões da Rua em 2015 desde então tô na profissão perigo.

Q: Quais foram os seus primeiros trabalhos?

J: Antes do disco “Visão Periférica” Lançado pela NOIS PUR NOIS rec., meus primeiros trampos foram 2 singles lançados em 2015: o primeiro “Consequência ou Opção” gravado no estúdio Sanatoruim Rap e lançado com uma entrevista cedida ao site AMAPÁ RAP. O segundo  “A Rima que Denuncia” gravado e lançado pelo selo Sanatorium RAP, que também fez parte das coletâneas Repeiros do Norte #1 & “A Coisa tá Preta” lançada em novembro de 2016, pelo Blog Noticiário Periférico. É uma  coletânea que conta com grandes nomes atuais do RAP Nacional como: Baco Exu do Blues, Yzalú, Raffa Moreira, Thiago Elnino, Omnira, Dory de Oliveira entre outros.

Foto: Camila K. Ferreira 
Q: Quais os temas que você mais aborda em suas letras?

J: Bom, gosto muito de Rap Gangsta, creio que faço algo parecido com o estilo musical. Abordos vários temas, mas até aqui, o que eu mais falo em minhas letras é sobre o cotidiano da periferia, as coisas que eu vejo ao meu redor. Por isso lancei o disco com o nome “Visão Periférica”.

Q: Como você enxerga o panorama da cena HIP-HOP atual?

J: A cena HIP-HOP está em ascensão no mundo inteiro, comparado com anos atrás o movimento tá sendo bem aceito pela sociedade e até mesmo debatido e estudado dentro de colégios e faculdades. É sempre bom lembrar que o HIP-HOP é a união de 4 elementos: DJ, MC (RAP), Breaking (Dança) e o Graffiti. Aqui em Macapá vejo que o movimento é um pouco disperso, mas se faz presente mesmo que separado. Acontecem vários eventos com os elementos da cultura HIP-HOP. Tem muita gente talentosa aqui, uma pá de grupo bom que já fez shows em outros estados, B.Boy’s que disputam competições internacionais de Breaking, grafiteir@s que viajam pra expor sua arte, Dj que já saiu em matéria de revista de HIP-HOP com distribuição nacional...



Q:  Quais as maiores inspirações para você?

J: O Clã Revolucionário Guerrilha Verbal (C.R.G.V.), primeiro grupo de RAP amapaense, sem dúvidas, é "nossa inspiração", pela importância histórica no Rap amapaense. Tenho o GOG como uma das maiores inspirações, quando o escutei, aos 5 anos de idade, me imaginei cantando RAP pela primeira vez. Tem várias outras inspirações que foram importantes: Consciência Humana, PMC, MV Bill, Filosofia de Rua, DMN, Racionais, Relatos de Rua, Raciocínio da Ponte, Máfia Nortista grupo qual eu faço parte hoje, enfim, tive várias influências na minha carreira.

Q: Qual o papel do HIP-HOP na sociedade, na sua opinião?

J: O HIP-HOP tem um papel muito importante, que é o resgate de jovens que estão em vulnerabilidade social, acredito que onde o poder público não atua o HIP-HOP atua.

Foto: Camila K. Ferreira
Q: Quais os projetos futuros?

J: Então, recentemente lancei um disco solo, esse ano ainda sai músicas novas e videoclipes, mas ainda vou focar no repertório do disco. Ano passado fiz várias músicas com um parceiro da cena e isso resultou em um novo projeto chamado Gueto RudeBoyz, algo bem diferente do que costumo cantar, temos algumas músicas gravadas que logo iremos lançar.  Também tô dentro do próximo projeto da Máfia Nortista, um mixtape comemorativo de 10 anos de lançamento do primeiro disco. Esse mixtape será de músicas que fizeram parte de todos os discos da Máfia lançados até aqui, e também contará com músicas novas que irão unir a nova e antiga formação do grupo.  Provavelmente sairá entre o final de 2017 e o início de 2018.

Q: E para quem quer começar a fazer os corres na música, qual dica você daria?

J: Pra quem tá começando nos corres é aquilo: ter foco e se manter sempre firme na caminhada, pois cantar rap não é pra qualquer um, tem que ter todo um embasamento por trás, o microfone pode ser uma arma e essa arma tem que ser usada para coisas boas. Muita gente confunde a habilidade de rimar com ser um Repeiro (Rapper) mas como dizia o grande mestre Sabotage “RAP é compromisso não é viagem”. 

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In Música

Disco essencial: Love Deluxe


A cantora Sade nunca foi midiática. Sempre discreta porém impecável, é uma artista bem sucedida e já vendeu mais de 100 milhões de álbuns no mundo inteiro. O que dá uma certa esperança de pensar que no showbizz não tem apenas artistas fabricados ou com as vozes alteradas nas gravações.

A primeira vez que vi/ouvi Sade foi num clipe que passava na Tv Manchete, a música era "No Ordinary Love", e em breve falo desse e mais outros clipes aqui porque tem umas referências incríveis de figurino. Mas falando de música, os arranjos, as guitarras e a voz única desta cantora a tornaram uma estranha no ninho de artistas quase padronizadas. A música faz parte do álbum "Love Deluxe", rarissimo de encontrar. Só consegui um The Best Of dela, mas isso já me deixa feliz, pois tem muita música boa.


O auge dela foi nos anos 80, porém, ela raramente saia em revistas ou concedia entrevistas e a justificativa é apenas porque ela não é um objeto da indústria. "Se só fizeres TV e vídeo, então tornas-te um objeto da indústria de gravação. Tudo o que fazes é vender um produto. É quando pisamos o palco com a banda e tocamos que vejo que as pessoas gostam da música. Consigo senti-lo, e, por vezes, este sentimento é esmagador", disse. 
“Apenas faço música quando sinto que tenho algo a dizer. Não sinto a necessidade de lançar álbuns apenas com o objetivo de ganhar dinheiro. Sade não é uma marca."
Além da música, quando ela resolve falar, são palavras inspiradoras. Por isso recomendo ouvir de fato esta cantora que mistura estilos musicais como: soul e jazz, com muita personalidade e elegância. 

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In Moda Música

Essência de estilo: Madonna


Esta semana a diva pop Madonna completou 59 anos e, como fã declarada que sou, eis minha homenagem a esta artista que virou o mundo da música, da moda e do comportamento feminino de ponta cabeça. 

Se há uma pessoa que se reiventa na moda, é esta mulher. Ela virou um ícone de moda desde que se tornou famosa nos anos 80. Com um toque de mídas, também impulsionou carreiras de vários designers. Essa camaleoa se renova a cada fase da vida, do rock ao andrógeno, sexy, hip-hop, gueixa e militar. Fora as mil capas de revistas que estamparam Madonna. E capas de revista são um reflexo da popularidade de um artista. Tá na capa é porque está fazendo a diferença. 




Quando ela apreceu em 1984 na Music Television (MTV), com os vídeos de "Lucky Star" e "Bordeline", já demonstrava um estilo único, um pouco punk de botique, minissaia, malha de tricô com top e blusa que hoje é sucesso novamente, a de tela. Além disso tinha luvas de renda preta, saltos agulha, pulseiras de borracha, cabelo bagunçado e maquiagem pesada. Ela causou polêmica por abordar temas nunca antes falado por mulheres, e na época as cantoras de destaque eram nada menos que Cher, Cindy Lauper, Janet Jackson e Whitney Houston. 

Madonna queria impactar, e desde então, influenciou jovens no mundo inteiro com seu visual, principalmente depois do filme Desperately Seeking Susan ou "Procura-se Susan Desesperadamente" de 85. E quando surgiu na cerimonia do MTV Music Awards? Ela foi assim: com um espartilho de renda branca, com seu cinto "Boy Toy" e fios de pérolas, causando no palco, cantando a faixa-título de seu segundo álbum, Like a Virgin.

Em 1987, durante a premiação do American Music Awards

Olhem só o "slip dress". Então, em Like a Prayer, Madonna já usava. Esse cabelo ficou maravilho nela. 

Depois disso muitas lojas criaram coleções inspiradas na rainha do pop e a marca registrada era: umbigo de fora. Muita ousadia para os anos 80! Obvio que influenciou também muitas cantoras da geração 90´s, como Britney Spears e Christina Aguilera 
Quando lançou o livro "Sexo" e promoveu o polêmico documentário Truth filme ou Dare, simultaneamente revelou mais um visual icônico, que também é muito visto atualmente: mulheres só com a "segunda pele". 


O corset se tornou item dominante como informação de moda da personalidade de Madonna, coroada com a parceria dela e o estilista Jean Paul Gaultier durante a Blonde Ambition World Tour. Já conversamos sobre Jean Paul por aqui bem rapidamente, e para constar, ele era conhecido por suas modas fetichistas. Sim, ele mesmo que criou o famoso espartilho rosa memorável de Madonna com sutiã de cone para sua turnê .

Tem tantos figurinos incríveis que eu poderia fazer um post gigante, mas este aqui é para enaltecer a influência de Madonna como ícone de moda, desde a primeira vez que ela surgiu na MTV. Muito do que vemos na moda de rua e passarelas, são apenas releituras do que ela já usou. Ela continua se reiventando e não consigo entender como algumas pessoas não reconhecem a importância que ela tem para o mundo pop. Madonna é um ícone, que continua lançando tendência e seu legado de visual é uma eterna inspiração.


Fotos: Blog da Gleire, Glamurama, Billboard e Vogue Uk

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In Música

Disco Essencial: The Cream of Clapton


Neste final de semana,por acaso, passeando pelo centro da cidade de Macapá, encontrei este cd: The Cream of Clapton, do cantor/guitarrista Eric Clapton, um artista que tem baladas inesquecíveis e fãs de várias épocas. Se  você ainda não conhece, dá aquele google para sacar um dos mais importantes artistas do mundo (sem exageros) e um dos melhores guitarristas de rock.

Mas falando do cd, que foi um achado, pude observar músicas que só conseguia assistir/ouvir na MTV, quando reprisavam direto o acústico com Eric. O álbum é de 1995 e tem as músicas "Layla", "Wonderful tonight" são incríveis, além disso, foram listadas pela Billboard entre as canções mais tocadas mundialmente.

O nome "Cream" é uma referência ao primeiro grupo do artista, a banda intitulada com o mesmo nome, que teve muito sucesso nos anos 60, mas acabou com tretas dos integrantes e, assim ele retornou à música em carreira solo e construiu um legado essencial para os amantes da boa música.


O que posso dizer sobre este cd é que tem muita história, e não dá para descrever, só ouvindo mesmo. Portanto, sem muita enrolação, se você estiver procurando um som com rock´n´roll com raízes ligadas ao blues, voz suave, arranjos clássicos, aquele piano que combina perfeitamente com as melodias, ouça este álbum e aproveite o final de semana! 

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In Música

MTV + Transamerica e Alanis Morissette : primeira transmissão ao vivo simultânea


Sou fanzona da cantora Alanis Morissette desde quando ela apareceu no mundo musical em 1996. Além das letras me darem aquele suporte emocional que eu precisava na época, me senti mais feliz comigo por ter uma inspiração de estilo como a dela naquele momento. Já que a regra era: seja uma barbie. E eu era o pato feio e estranho. Alanis era até mesmo oxigênio naquele sufoco de imposições sociais. E nesta época a MTV era nossa fonte mais rica de grandes novidades da música. Sinto muita saudade disso e não é pouco. Quase sempre lamento o rumo que o canal tomou, mas, enfim, melhor deixar as boas lembranças e já dizia a velha frase: "Recordar é viver".

Passei o fim de semana numa faxina e resolvi catar uns vídeos antigos e ali vejo o "Alanis Morissette Live Estudio Transamérica de 1996", com apresentação de um dos meus vj´s favoritos, o Gastão Moreira, que homem inteligente, voz linda e presença. Assisti ao vivo no ano de 1996, e foi emocionante! Alanis Morissette faz umas versões lindas das próprias músicas e não me dei conta do momento importante que era aquela transmissão. Ao rever, Gastão anuncia que era a primeira transmissão na história da MTV brasileira simultânea com a rádio Transamérica, que também era uma rádio maravilhosa, sempre atualizada nos conteúdos de música. 

Foi um momento histórico e senti aquela felicidade instantânea em assistir tudo, ouvir as músicas do álbum Jagged Little Pill, que falamos aqui no Disco Essencial. Desculpem a nostalgia extrema, mas com esse live, lembrei daquela época em que a música fervilhava e a imagem, o que os artistas vestiam, não era tão importante assim. Era bem descompromissado, pois o que valia mais era a música e, também percebi que a voz de Alanis era igual a do cd. Hoje em dia a voz do artista ao vivo fica tão diferente do que foi gravado não é? O rock'n'roll, o grunge ainda estava na superfície, na tv e nas inspirações.

A música, o rock'n'roll, contribuíram muito para minha formação como pessoa, me salvaram de momentos bem escuros, portanto, não consigo apenas acompanhar esse hiato criativo como se fosse normal. Espero ansiosa por aquele momento em que algum artista vai sacudir o mundo novamente. Tem muita banda, cantores maravilhosos, eu sei, mas tá faltando aquele momento histórico, não está?


Ah e o Gastão está com um canal no youtube muito f***, chamado Kazagastão, que ele mesmo define como uma emissora de rock que pratica o jornalismo musical. Dá uma espiada! 

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