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Twin Peaks - O Retorno

Muito tem se falado sobre a volta da icônica serie dos anos 90s, Twin Peaks.

Seja porque a série é atualizada semanalmente no catalogo da popular Netflix, ou porque é o ultimo trabalho do diretor David Lynch (Blue Velvet, Eraserhead e tantos outros filmes),falasse, porém não se sabe se realmente será o fim da linha do diretor na sétima arte.


A atual temporada da série, intitulada de "Twin Peaks - Return", pouca ligação tem tido com as temporadas passadas que desvendavam o assassinato da popular garota de cidade pequena Laura Palmer e as aventuras psico freaks do Agente Cooper. 

A nova temporada tá mais pra uma odisseia visual e uma mesclagem de referências de tudo que o diretor já fez em filmes e nas temporadas passadas da mesma série.

É visível as referências aos filmes "Perfect Blue" e "Eraserhead". Os mais fanáticos pelo diretor não tem dificuldade em encontrá-las.



Outro ponto interessante da série é as participações de bandas alternativas em cada episódio no famoso bar "Road House", onde foi cenário de tantas brigas nas temporadas passadas, bandas como Nine Inch Nails, já deram as caras por lá, com uma atmosfera dark bem oitentista.


Quem começou a ver a série agora pode não está entendendo nada da historia, o porquê do Agente Cooper esta meio "lelé", por exemplo. E até mesmo estão confusos pela história nada linear, (confusão sempre foi marca registrada da serie), essa temporada deu banho até em quem acompanhava ahahah recomendo que assistam as temporadas passadas que infelizmente a Netflix não disponibilizou no site :\\\\ 



Porém, são facilmente encontradas na internet. Só assistindo as antigas pra entender a emoção de ver os personagens velhinhos, depois de 25 anos e o porque Laura Palmer e as mulheres maravilhosas dessa séries viraram algumas das maiores ícones de beleza da década noventista. E porque Twin Peaks é a cidade mais amada e com moradores mais excêntricos <3

Fica a dica do blog! A imagens que ilustram o texto são das garotas da série, porque sim!! :3

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In série

Rainha do Sul (Queen of the South)



Nem só de séries dos anos 90 eu vivo. Já assisti outras recentes, mas esta especificamente me fez querer assistir tudo de uma vez só. "Rainha do Sul", tem a estréia como protagonista da série, Alice Braga, e mais uma lista de atores muito bons! 



A atriz brasileira na série é Tereza Mendoza, uma personagem que pode até ser clichê,  mas prende a atenção do inicio ao fim dos episódios e sim, você vai lembrar muito de "Narcos" ( para quem ainda não assistiu também vale muito), neste caso, a figura principal da série é uma mulher.  Aliás, a série tem várias figuras femininas poderosas. Entre elas, Camila Vargas (Verónica Falcón). 

Camila Vargas, poderosíssima! 
O roteiro é baseado no livro de mesmo nome do escritor colombiano Arturo Pérez-Reverte, que é famosão por lá. Tem muita ação, caçadas alucinantes, romance (?) e suspense. É meio novelão mas amo esse estilo. Aliás, séries são novelas com muitos ou poucos capítulos não acham? 

James, o crush de tod@s
Recomendo e não vou contar mais nada, senão estraga toda a emoção, já estou no final de 1ª temporada, e a 2ª, estréia em breve e to ansiosa! 

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In série

Sex and the City – moda, glamour, inspirações e ilusões


Lá pelos meus vinte e poucos anos, assisti por acaso um episódio de Sex and the City na tv aberta. Me chamou atenção logo de cara, pois tinha uma jornalista como personagem central e na época estava cursando a faculdade de jornalismo. Pensei: uma inspiração! Por sorte uma amiga já tinha assistido e tinha o box da série, que implorei para ela me emprestar e ela me emprestou temporada por temporada, acredito que ela tinha um zelo, assim como eu tenho pelos meus cds, mas enfim, eu nao podia exigir muito, eu queria assistir.

Comecei a ver que a jornalista da série, Carrie Bradshaw, não era nem um pouco o perfil de profissional que eu queria ser, mas no decorrer de cada EP, ia me identificando com muitos outros assuntos, dramas e situações retratadas até comicamente. Foi aí que percebi que Carrie, Charlotte, Miranda e Samantha, eram um pouco de cada mulher e alguma situação do cotidiano.

Apesar da ostentação, ali também conheci muitas referências de moda, empreendedorismo, relacionamento e empoderamento feminino. Sim, Sex and the City me impactou de várias formas, foi conselheira e guru de questionamentos. E por mais que a série fosse baseada numa vida glamourosa, não sai por ai com vontade de tomar “Cosmopolitan” ( aliás, esse papo de que quem não bebe não tem história, enche a paciência) e nem gastar 500 dólares em sapatos.

Mas, quem não queria encontrar um Aidan? Ou um Big? Sou romântica e claro, essas suas histórias foram épicas e marcantes. O fato é que, cada série impacta o telespectador de uma forma. Para mim, Sex and the city foi importante durante um processo de crescimento, em que, o conteúdo e os assuntos abordados estavam paralelos aos meus sentimentos.



Penso que séries, filmes podem inspirar sim a vida real e vice-versa. Informação é isso.
Até hoje assisto quando sinto saudade. Sou uma das órfãs da série. Aliás, soltaram os filmes I e II, que não são OS filmes, mas assisto também para matar um pouco a saudade dessas amigas fictícias que me aconselharam durante um bom tempo e ainda me aconselham. Principalmente a ser eu mesma.





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In anos 90 cinema série

Minha Vida de Cão - My So called-life

Na adolescência, a era grunge estava no auge ( e ainda está na minha essência) e já me interessava muito por cultura pop/grunge/séries. Lembro também que o senhor Silvio Santos, sempre entendeu os paranauês e jogava na tv, séries incríveis, que inspiraram milhares pessoas, entre as produções estava: "Minha vida de cão", ou  My So-Called Life, nome original. 

Tinha elenco que anos mais tarde faria parte de muitos filmes, músicas e imaginações. Aliás, mais de 20 anos! A série foi exibida em 1994, criada por Winnie Holzman e produzida por Edward Zwick e Marshall Herskovitz, e falava sobre o mundo real adolescente, sem glamour, sem patricinhas ou o típico núcleo adolescente dos EUA. Tem tanta cena significativa, junto com a trilha sonora que não dá para elencar tudo. 

Eram o primeiro papel de Angela, com a atriz Claire Danes com 14 anos! ( do filme Romeu e Julieta com Leo Dicaprio e atualmente,Homeland) e nosso amor platônico: Jordan Catalano, com Jared Leto. Porém não girava só em torno disso, tinha mais! 

Tinha "Rayanne Graff", um personagem que conseguiu quebrar paradigmas, principalmente naquela época que o feminismo era um assunto tão minimamente tratado. E "Rickie"? Todos queriam ter um amigo como ele! Pelo menos eu queria. Foi um dos primeiros retratos de um homossexual adolescente na TV, sem estereótipos e levando o retrato para o mundo real: latino, pobre, usa maquiagem e frequenta o banheiro feminino na moral! 

Fora as referências de moda! Os sapatos, as combinações, tudo muito usual e confortável. Aliás, convenhamos a moda grunge é conforto puro. ( Sou suspeita para falar).


Não vou contar a série toda aqui, mas indico muito para assistir. São 19 episódios, revejo sempre que sinto aquela nostalgia. Uma pena que a série foi cancelada prematuramente. Li que a família de Claire Danes e seu empresário foram as pessoas que recomendaram a garota à abandonar a série, pois isso poderia comprometer seu futuro como atriz, marcando demais a atuação dela com o personagem. Porém, algumas coisas parecem ter que acabar assim mesmo, para deixar essa saudade do primor que é construir uma série adolescente sem subestimar a inteligência de quem assiste. 


P.S: A trilha sonora também é linda! Por isso deixo a cena + trilha que mais amo e instigar a curiosidade de vocês. 

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