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In musica

Com o tema “Bandas de Música, Sonora Brasil Sesc chega em Macapá

Macapá recebe no período de 17 a 20 de junho, mas uma edição do projeto Sonora Brasil que este ano trás para a região norte o tema “Bandas: Formações e Repertórios”. O projeto promovido pelo Sistema Fecomércio, por meio do Sesc Amapá, visa fomentar as mais diversas expressões musicais pouco difundidas que integram o amplo cenário musical brasileiro.

Tradicionais em todo o Brasil, as bandas têm origem no meio militar e são reconhecidas como importantes instituições formadoras de músicos, responsáveis pela base da educação musical de um grande número de instrumentistas que hoje integram orquestras e conjuntos de câmara. O projeto visa traçar um panorama desses grupos, por isso traz conjuntos de diferentes regiões do Brasil, recuperando repertórios originais, históricos ou recentemente compostos.

Quatro apresentações gratuitas vão compor a programação no Estado com os grupos: Corporação Musical CEMADIPE (GO), Sociedade Musical União Josefense (SC), Banda Manauense (AM) e o Quinteto de Metais da UFBA (BA). Ainda será realizado um intercâmbio cultural entre os grupos do Sonora Brasil e grupos locais.

Consagrado como o maior projeto de circulação musical do país, a cada biênio o projeto Sonora Brasil aborda dois novos temas. A seleção dos grupos e a definição das temáticas é feita por uma curadoria nacional, formada por profissionais do Sesc de todo o país e a   proposta é sempre despertar um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão de música no país. A ação possibilita às populações o contato com a diversidade da música brasileira e contribui para o conjunto de ações desenvolvidas pelo Sesc, visando à formação de plateia.

Sobre as Bandas: Formações e Repertórios



Corporação Musical CEMADIPE (GO)

É uma banda formada por jovens de Aparecida de Goiânia, grupo criado em 2005, ocorreu como uma proposta de educação musical baseada em referências comumente encontradas em cidades do interior do Brasil. No caso deste grupo é realizado um trabalho bastante sistematizado e embasado teoricamente pelo fato de ter à frente um maestro/professor com formação acadêmica.

A banda tem origem no Centro de Educação Infantil Marista Divino Pai Eterno- Cemadipe, que desde 2001, atua com projetos de cunho social. A proposta abarca cerca de 80 jovens que são organizados por níveis de rendimento.

O grupo é formado por Bruno Bernardes (Trompete), Hyago Tocach (Trompete), Ismael Trindade (Trompete), Lourrainy Cabral (Trompete), Jordânia Silva (Trompa), David Souza (Trombone), Alinne Sousa (Flugelhorn), Amanda Batista (Flugelhorn), Wellington Lemos (Eufônio), Cailton Silva (Tuba), Bruno Augusto (Percussão), Mauricio Silva (Percussão), Rivenilson Silva (Percussão), Matheus Cardoso (Percussão), e regido pelo maestro Rogério Francisco.

Sociedade Musical União Josefense (SC)

Fundada em 1876, a partir da fusão de três antigas bandas, a União Josefense é uma das mais antigas do estado de Santa Catarina e está sediada na cidade de São José, na Grande Florianópolis. Formada por 28 músicos, desenvolve repertório variados, transitado por arranjos e adaptações de músicas popular e erudita, mas domina repertórios tradicionais que envolvem marchas, hinos, dobrados e músicas ligadas a festividades religiosas.

Em março de 2016 a instituição recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial de São José.

O grupo é formado por Fábio Agostini Mello (flauta, flautim, saxofone soprano e tenor), Ney Platt (flauta, saxofone alto e tenor), Braion Johnny Zabel ( clarinete, sax alto), Rui Gilvano Da Silva (clarinete), Jean Carlos da Silva Rodrigues (trompete),João Paulo Trierwaller (trompete), Carlos Felipe Andrade Schmidt (bombardino e trombone), João Geraldo Salvador Filho (tuba), Artur José Fernandes (trombone), Jean Leiria (percussão) e Cristiano Canabarro Forte (percussão) sob a condução do regente Jean Gonçalves (clarinete e regência).

Banda Manauense (AM)

Grupo formado por músicos da cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas. A sonoridade do grupo e o repertório fazem referência aos antigos ranchos carnavalescos que precederam os blocos de carnaval e as escolas de samba no carnaval carioca, dos quais Ameno Resedá é o mais lembrado hoje.

O projeto Sonora Brasil, inclui a Banda Manauense em sua circulação com o propósito de trazer ao público um recorte muito especifico derivado das bandas tradicionais de origem militar. Essas formações, de um modo geral, contavam com a participação de músicos oriundos dessas bandas e os repertórios ganharam contornos próprios à formação e ao contexto social no qual os grupos estavam inseridos.

O grupo é formado pelos músicos Cláudio Abrantes (flauta), Jonaci Barros (saxofone), Vadin Ivanov (clarinete), Rodrigo Nunes (bombardino), Paulo Dias (trompete), Carlos Alexandre (sousafone), Ronalto Alves “Chinna” (percussão) e Neto Armstrong (banjo).

Quinteto de Metais da UFBA (BA)

O quinteto de metais tradicional é um conjunto de câmara formado por dois trompetes, uma trompa, um trombone e uma tuba, instrumentos que integram o naipe de metais das orquestras sinfônicas. Ele não teve a consagração alcançada pelo quarteto de cordas, e sua existência remonta a um período mais recente na história da música, seguramente não mais de 150 anos. Mas, ainda assim, é um dos conjuntos de câmara mais tradicionais no campo da música de concerto.

O grupo é formado pelos músicos Heinz Schwebel (trompete), Joatan Nascimento (trompete), Lélio Alves (trombone), Celso Benedito (trompa) e Renato Pinto (tuba), todos os professores da Universidade Federal da Bahia – UFBA.

Todas as apresentações serão gratuitas. Veja a programação completa:
Dia 17 de Junho – 10h
Corporação Musical CEMADIPE (GO) e banda de música do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá.
Local: Sesc Araxá  - Espaço Recreativo – Rua Jovino Dinoa 4311 – Beirol

Dia 18 de Junho – 18h
Sociedade Musical União Josefense (SC) e Orquestra Filarmônica Evangelista Manancial (AP)
Local: Escola Estadual Professora Risalva Freitas do Amaral - Av Cecília Vicente da Paixão, nº 10 - Pantanal

Dia 19 de Junho – 19h
Banda Manauense (AM) e Banda Amazon (AP)
Local: Auditório da Universidade Estadual do Amapá (UEAP) - Av. Pres. Vargas, 650 – Centro.

Dia 20 de Junho – 19h
Quinteto de Metais da UFBA (BA) e Quarteto de Trompetes (AP)
Local: Escola Sesc – Rua Jovino Dinoa 4311 – Beirol

Serviço:

Sesc Araxá

Rua Jovino Dinoa, 4311 – Beirol – Macapá/AP
Coordenadoria de Cultura
Fone: (96) 3241-2220 (Ramal – 239)
Coordenadoria de Comunicação e Marketing

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In musica

O que o heavy metal tem?


Amo música, amo vários estilos, mas entre os que amo está p heavy metal. Muita gente não compreende, tem péssimas referências e uma ideia totalmente equivocada sobre quem gosta e vivencia a filosofia deste gênero. Tenho meus dias popromanticoclassicoamantelatina, mas estes dias, estou in love com o heavy metal e esse amor já tem uns anos. 


Resolvi falar sobre este estilo pois assisti um documentário chamado "A história do Heavy Metal" e a primeira coisa que eles perguntam a vários astros é: "Como você define o heavy metal?". Algumas das respostas me tocaram profundamente e romanticamente, claro. "É uma pergunta dificil de responder, porque você tem que ouvir e viver a música", "É uma geração que não se encaixa", "Metal é mexer no calderão", "Você sente o som e ele bate bem no peito" , "É uma anarquia". São algumas das respostas. E todas elas fazem sentido.

Ouvi heavy metal nos anos 90, com a banda Pantera, Metallica e Sepultura, depois conheci outras pouco a pouco, Death, Dying Fetus, Misery Index, Opeth e cheguei no grindcore com Disrupt e Terrorize. E todas as respostas que vi realmente traduzem muito do que sinto. Talvez seja a minha válvula de escape, mas sei que o heavy metal me acolheu, porque quando ouço me sinto em casa. 

E obviamente, ainda sinto um incomodo quando julgam, distorcem toda uma filosofia musical por puro preconceito ou heranças arcaicas de ideias fajutas que formularam há tempos atrás por simplesmente não entender. É fato que quando a gente não entende ou não compreende, tem uma pré-disposição para o péssimo julgamento. 


Acho tosco demais quando alguém fala que quem ouve heavy metal é "revoltado". Todos deveríamos ter uma revolta, seja contra o sistema, contra toda a palhaçada que nos colocaram involuntariamente em nosso país, revolta contra imposições insignificantes mas que já fizeram muita gente sofrer. Se ouvir heavy metal é coisa de "revoltado" neste sentido, pode me colocar na lista. 

Mas sinceramente, penso que quem fala assim é apenas ignorante, não conhece nada sobre o estilo e sabe apenas o que retratam na tv. E na tv, sabemos que tudo é meio lá e cá, até mesmo bobo e ingênuo, porém, sempre com segundas intenções. 



O que o heavy metal tem? Não sei. Só sei que me identifico e vou defender com unhas e dentes! E se você não conhece, não tem informação nenhuma, por favor, pare de ser um eco de ignnorância, um eco de desinformação. Quando a gente não sabe, é melhor ficar calado ou procurar ler a respeito para pelo menos saber que "rock pesado" não é heavy metal. 

Ah, e não é porque amo heavy metal que vou deixar de falar de pop. Penso que todo extremismo é bestial. 

Por Camila K. Ferreira 

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In Cotidiano musica

Sinto falta da fúria na música


Este final de semana tirei para assistir festivais de heavy metal e documentários, entre eles: Rock Har Festival, Rockpalast, doc do Metallica "Some kind of monster" (tem no Netflix) e os clipes do Rage Against the machine + entrevistas. Foi um final de semana de informação musical, pois apenas amo e muito. 

Deu uma saudade de ouvir estas bandas e saudade também daquele momento em que o som e as letras tinham uma sinergia que alcançava muita gente de maneira profunda. Os festivais que citei são voltados para bandas de heavy metal e suas vertentes, tenho um sonho de ir em qualquer um deles com pelo menos duas bandas que gosto na programação. E dá pra perceber que as pessoas vão mesmo pelo som, para curtir, para sacar a banda, como os caras tocam, quais instrumentos eles tocam e etc, é algo bonito de ver. O mais incrível é que não tinha quase ninguém com celular filmando. Achei o máximo! 



Sim, eu amo a tecnologia, sempre falo isso, mas certos momentos, a tecnologia é dispensável. E num show de qualidade é um desses casos. Até porque não dá tempo de pensar em celular, você quer bater cabeça até o fim! Extravazar e aproveitar. A música me proporciona isso muitas vezes, extravazar essas raivas e indignações que temos que aguentar calados. 

E é aí que entra o documentário do Metallica. Um projeto feito para mostrar ao mundo que ter banda não é fácil. E quando ela chega ao topo é pior ainda. Lá mostra também os problemas que James Hetfild teve que enfrentar e colocar toda essa fúria na música e na voz. Adoro o jeito que ele canta, traduz o que sinto. "Some kind of monster" também mostra que o batera é um chato e o guitarra e o baixista dão equilíbrio para a banda. Neste caso, acho que sou James Hetfild, ainda tentando lidar com todas as minhas fúrias.


Por isso, toda essa nostalgia e mecanismos de lidar com a fúria me levaram ao Rage Against the machine. Que banda, meus amigos! O vocalista Zack de la Rocha tem uma postura e voz única. As letras do RATM também influenciaram muito minhas ideias e entendimentos. Me sinto muito grata por isso. Tive boas válvulas de escape e a arte me proporcionou conhecer artistas que tinham algo pra dizer e ouvi. Sinto falta disso atualmente e sei que cada momento tem seu destaque mas...cadê a fúria das músicas? Não falo isso no sentido negativo da coisa e sim no sentido de se indignar! De manifestar o incomodo musicalmente e atingir muita gente. Tá tudo muito "bonitinho". Não vou ficar explicando linha por linha deste pensamento, pois acredito que vocês entenderam o que quis dizer. 

Estou sentindo falta daquela mágica visceral de ouvir um som e dizer: CARA! QUE SOM! e colocar do repeat mil vezes e pensar em cada palavra da letra e aquilo fazer sentido. Foi o que senti quando assisti Matrix e ao fim tocou "Wake Up" do Rage. Mágica! 

Tem muita banda boa por aí, eu sei. Mas, com fúria, ainda não ouvi. E é disso que estou sentindo falta. Não é à toa que váaaaarias bandas estão voltando. É um apelo para que aquela energia volte, não acham? Um diagnóstico do tempo. 


Camila K. Ferreira 

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In musica

Banda Drusa na área!


Olhem só o recado da banda Drusa: 

Após um longo tempo sem exposição e mudanças na formação da banda, hoje a DRUSA retorna com uma tríade feminina formada por Hanna Paulino (vocalista), Ágda Xavier (violão e vocal) e Thaís Oliveira (violoncelo). Nesta volta anunciamos o lançamento oficial do single "O Ciclo", um presente em forma de música dado pela cantora e compositora Karol Diva e com arranjos renovados pela banda.

Para a gravação contamos com uma super equipe formada pelos grandiosos Fábio Mont'alverne (bateria), Piska Martins (teclado) e Alan Flexa (baixo) e gravado no estúdio Zarolho Records com produção musical também de Alan Flexa.

A música terá sua primeira audição para público dia 27/04, às 18h, no programa Café com Notícia, Rádio Diário FM 90,9.

Ficou curios@? Para conhecer mais do som das meninas, espia a fanpage

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In musica show

Especial Scorpions, um noite de clássicos do rock n´ roll


A produtora M Bastidores realiza no próximo dia 9 de março, na casa de shows Prime Concept Music, o Especial Scorpions que contará com a participação de um super time de artistas amapaenses da cena musical alternativa como: Matheus Farro, Iury Ruan, Káius Vinycius e Kassya Karoline. A abertura do evento ficará por conta do The Stylo, som automotivo!

A noite também terá com o encontro de vocalistas do rock, “Work Amapá Rock - WAR 2", com apresentação da banda Sagras, trocas de experiências dos músicos sobre o mercado musical amapaense e além de dicas e técnicas vocais aplicadas ao rock em diversas vertentes do gênero. Nesta edição os convidados são: Michel Lawrence, Hanna Paulino e Ravel Amanajás e ainda, Nilo Martins, João Bessa, Flávio Souza, Bio Vilhena, Deimerson Ferreira, Maxsuell Soares, Luciana Soares e Vinícius Souza.

De acordo com o organizador, Marcel Valkant, a ideia do Especial unida à programação do War2 é para se tornar um evento de valorização tanto da essência do rock´n roll na homenagem a uma das grandes bandas do cenário mundial quanto do trabalho dos músicos do cena rock do Amapá. “Queremos evidenciar a essência do rock e manter a cena viva! Com o sucesso do primeiro encontro de vocalistas e o especial Escorpions, acredito que muitos fãs de ambos terão uma noite inesquecível”.

 
A banda Escorpions tem mais de 50 anos de carreira com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, além de hits que embalaram histórias e momentos importantes do mundo, estes são alguns dos motivos que a banda é considerada uma unanimidade no rock. O especial é uma viagem no tempo para relembrar músicas como Still Loving You , Wind Of Change e outros clássicos! Não perca!

Serviço:
Especial Scorpions
Data: 9 de março
Hora: 20h
Local: Prime Concept Music ( Antiga Green) 
Ingressos: R$ 20,00 (pista) e R$ 30,00 (vip)
Postos de venda: Norte Rock, no Vila Nova Shopping (Macapá) e Eden Music (Santana)
Mais informações : 96 98124-4248


Camila K.Ferreira 

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