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In Cotidiano Jornalismo

O instagram é o queridinho "da estrela" (?)


Não utilizava o instagram com muita frequência mas depois de um certo tempo no facebook, e o fato de ter enjoado um pouco, comecei a utilizar o instagram. Sempre achei uma rede social voltada para quem curtisse fotografia porém os hábitos atuais fizeram com que ele tivesse muito mais poder no quesito imagem. 

Mas tem novidade para o stories, que é uma das ferramentas mais utilizadas por lá : os gifs animados, com muitas figurinhas toscas mas engraçadas. Tem outros aplicativos com essas funções mas não me interessam muito. Já as fontes para escrever, tem esse aplicativo aqui: o Kafka, nele você também edita o tamanho da imagem, coloca uma fonte personalizada, um filtro e pronto. 
Imagem: Veja 


E tem mais, sobre encaixar fotos e vídeos nos stories que precisávamos de mil aplicativos, eles anunciaram que será realizada a adaptação de tamanhos automático.

A maioria de nós está ligada quase sempre no visual e logo o Kevin Systrom e Mike Krieger (os criadores da plataforma) perceberam que podiam ir além da fotografia estática. "Inspirados" no snapchat, um dos aplicativos mais horríveis que já foram criados, adaptaram o instagram novamente se adequando ao que os usuários queriam ver, acompanhar e até mesmo interagir na hora da foto.

Ah, para quem não sabe, Mike é brasileiro e recentemente fez uma trasmissão ao vivo pela plataforma e falou sobre esse acompanhamento do que o usuário "deseja" ou nem sabe que deseja. "Ou você muda ou você morre", afirmou. 


O Brasil é o segundo maior mercado para o instagram que já tem 8 anos, e, agora ele tem um pai: o facebook! Mark  não perde tempo hein? Pagou 1 milhão e agora estão todos juntos; ainda bem que Mike afirma que não sucumbirá ao facebook e as redes sociais não serão iguais. "Se ficar igual acho muito difícil ser bem sucedido, porque muda o mercado, muda quem você tá alcançando. Hoje, são 600 milhões de usuários, 80% fora dos Estados Unidos". 

Mark, Mike e Kevin

É engraçado observar nosso comportamento também. Não sei vocês, mas, antes eu sentia uma certa "agonia" com o instagram, quase não postava nada e muito menos visualizava. Hoje, acesso, posto, vejo notícias, inspirações, fofoca de famosos e etc. Tenho até tentado me policiar para que isso não tome conta da minha rotina. Estou conseguindo.

Lá no título falei sobre polêmica pois ano passado foi publicada uma pesquisa da Royal Society for Public Health do Reino Unido, sobre redes sociais, e lá os estudiosos afirmam que elas são mais viciantes que álcool e cigarro e o instagram avaliado como a mais prejudicial à mente dos adolescentes/jovens adultos. 

Olhem os dados : 90% das pessoas entre 14 e 24 anos usam redes sociais – mais do que qualquer outro grupo etário, o que os torna ainda mais vulneráveis a seus efeitos colaterais. Ao mesmo tempo, as taxas de ansiedade e depressão nessa parcela da população aumentaram 70% nos últimos 25 anos. Os jovens avaliados estão ansiosos, deprimidos, com a autoestima baixa, sem sono, e a razão disso tudo pode estar na palma das mãos deles: nas redes sociais, justamente.(Fonte: Super interessante)

Me dá uma certa angústia. Apesar de atualmente estar "in love" com o instagram. Talvez a pesquisa tenho um pouco de exagero ( tentando amenizar) porém, já dizia o velho ditado: "Tudo que é demais, enjoa". Neste caso, adoece. 


Acho injusto culpar uma rede social por causa de um comportamento. Várias coisas podem ser gatilho e qualquer rede social pode ser este gatilho, a questão é usar a ferramenta de forma divertida, profissional e descontraída. Bom senso, é o lema.

Por Camila K. Ferreira 

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In Cotidiano Jornalismo

A era é da internet mas o julgamento é medieval


Quantas vezes você, eu, nós apontamos, julgamos e depois analisamos um fato e vimos que não era bem assim? Mas muitas vezes só nos damos conta das consequências quando a verdade vem à tona e aconteceu a catástrofe. 

A internet é incrível, um mundo novo e isso, nós sabemos. Sabemos também que ganhamos um poder de fala, escrita e pensamento sem fim. Nossos monstros internos, aquela atitude automática de julgar uma situação toma conta de nós e se não ficarmos atentos, nos deixamos levar pelo que está ali, escrito. Primeiro alerta de consciencia. 

Conversamos semana passada sobre o fato de o facebook ter mudado o algorítimo por causa das fake news ou notícias falsas. E depois do que presenciei na internet macapaense nos últimos dias pude ver o quanto uma fake news pode abalar uma reputação, uma carreira, uma vida, um ser humano! Nao é à toa a preocupação do criador do facebook, além dos seus cifrões a mais, claro. Prefiro notícias mas desta vez, concordo em diminuir o fluxo. 

Qual o seu objetivo com a internet? O poder dela é muito grande. Aliás, você ainda pensa daquele jeitinho inocente "se está na internet é verdade?". Está checando se o veículo que propagou a informação é de confiança? Se o site ou página tem seriedade em veicular notícias? Tudo isso é muito importante antes de disseminar um link, compartilhar, enviar em grupo. Se você tem feito isso aleatóriamente, você está contribuindo para a desinformação! 

Sei que a empatia tem sido mais difícil de ser praticada mas se colocar no lugar do outro é um passo adiante no que podemos fazer de melhor no meio desse turbilhão confuso e desrespeitoso. 
Arte: Pawel Kuczynski

Uma vez compartilhei uma fake news e gentilmente um conhecido me informou do fato. Senti uma vergonha sem tamanho por ter sido descuidada com o que estava compartilhando com colegas, amigos, familiares e poderia ter contribuido para que a tal informação tomasse proporções que nem quis pensar. Tirei do ar rapidamente, agradeci, me desculpei, me senti um tanto burra e irresponsável. Afinal, sou jornalista, é meu dever ter cautela com o que escrevo e propago. Porém, sei que vou errar, me equivocar, não vou me penitenciar por isso, só tentarei ao máximo não cair nas armadilhas do imediatismo  para não denegrir ou ferir ninguém. É um alívio saber que não se é perfeito e qualquer um pode errar. Postar uma data de evento errada, um nome errado de algum endereço, são erros honestos, não se comparam a acusações sérias e que foram publicadas sem um mínimo de cuidado, ética e profissionalismo. 

A grande questão é, quando se propaga uma notícia sem fatos concretos ou distorcidos, você já parou pra pensar fora da timeline? E naquela pessoa que é o "judas" da vez, o acusado, o "cortem-lhe a cabeça!" em praça on line? Você já parou para pensar nela? Ela também tem familiares, amigos, uma vida e você contribuiu com um click, um compartilhamento, para que ela fosse rechaçada na internet. 


Opinar também está difícil. Se você não tem um padrão do que esperam de você para falar de determinado assunto, é fácil te desqualificarem, deduzirem quem você é, x ou y e tirarem seu direito de se posicionar. Calma, se posicionar não pode ser usado como desculpa para jogar preconceito e extremismos no nosso feed. Bom senso, por favor. 

Nem tudo é preciso opinar na internet. Nem tudo que se compartilha é verdade. Reclamamos que nossa justiça é falha e será que colocamos toda nossa frustração na internet? Criamos uma corte on line e decepamos cabeças com guilhotinas de likes e listas de trasmissão ? Ou enforcamos pessoas por achar que são culpadas e por isso, merecem ser banidas de qualquer grupo de whatsapp? Percebem o que temos feito? Com essa percepção, torço mesmo é que essa onda extrema passe e comecemos a agir de acordo com nossa era, nossos tempos, afinal, a era medieval ficou para trás. Não, péra! 

Arte: Makkah Newspaper



Por Camila K. Ferreira 

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In Jornalismo noticias

Mark Zuckerberg, facebook e um jogo conosco


Mark Zuckerberg, o cabeça por trás d'o facebook anunciou mudanças no algoritmo da rede social mais uma vez. A "desculpa" desta mudança é para que o facebook retome a prioridade de mostrar atualizações de famílias e amigos e não de notícias, principalmente as falsas notícicas, chamadas de fake news. A mudança também vai reduzir o número de vezes que vemos conteúdo jornalístico na rede social a partir das próximas semanas. São mais de 2 bilhões de usuários que verão menos notícias. 

Ah, para quem não sabe (e eu também),  algoritmo é uma sequência lógica, finita e definida de instruções que devem ser seguidas para resolver um problema ou executar uma tarefa. O problema, para Mark, é ter informações demais e notícias de familiares e amigos, de menos. 

É uma medida drástica para combater as notícias falsas? Sim. Mas o cara com certeza pensa no futuro da rede e tal ponto tende a crescer. Parece mesmo que o mundo e a maioria das pessoas querem mesmo ser inundadas de falsas notícias e desinformação. Porém, quem trabalha com comunicação sofre consequências das evoluções tecnológicas, pois mais uma vez teremos que bater cabeça para encontrar uma maneira de "sobreviver"  a restrição de divulgações. 

Alguns especialistas em comunicação dizem que esta medida está prejudicando a democratização de conteúdos importantes. E concordo. Por isso reforço que é uma medida que diminui o acesso a informação e abre um leque para alienação digital. E isso não é dar muita importância ao facebook não, são dados! Quase o mundo inteiro está conectado à esta rede e em segundo lugar está o whatsapp, que também está cheio de fake news, como: correntes sobre blitz imaginárias, assaltos mirabolantes, doenças, ações policiais e políticas duvidosas e vejo muita gente compartilhando como se fosse verdade. "Se está no grupo de whatsapp é verdade". Não é! 


O problema das notícias falsas ganhou proporção por nossa culpa. Na grande maioria das vezes, não checamos em sites confiáveis se aquela notinha meio absurda é verdade. Precisamos ser mais cuidadosos e não passar adiante notícias que não temos certeza. Zuckerberg tomou esta atitude sobre o facebook, acredito que não só pelos conteúdos falsos mas porque ele viu o poder do que criou e quer mais dos veículos de comunicação. Não sei bem se o tiro saiu pela culatra, já que após o anúncio sobre o algoritmo, ele perdiu 2,9 bilhões, de acordo com a revista Época. 

Não sei que jogo é este. Mas me incomoda o fato de quererem limitar nosso acesso ao que devemos saber. Gosto dos meus amigos e família, mas se quiser saber como eles estão, posso entrar em contato pelo chat ou whatsapp, telefone, instagram, skype, etc etc, são tantos meios! Quero continuar acessando notícias que não encontro facilmente e mais, torço para que o jornalismo não se resuma apenas a mini notas na internet ou tv. A gente sabe que a televisão traz notícias de superfície e é no mundo digital que podemos mergulhar mais fundo em dados e detalhes que não divulgam. Mark, ninguém pediu para você tirar as notícias do nosso feed! 

Com informações do site Tecmundo

Por Camila K. Ferreira 

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In Comunicação Evento Informacao Jornalismo

Jornalista Caco Barcellos participa do Fórum Sebrae de Conhecimento


Não é todo dia que temos a oportunidade de participar de eventos com a presença de grandes nomes do jornalismo ou da área de comunicação. É uma lacuna grande que ainda temos em Macapá. Por isso, é muito válido divulgar/disseminar esta informação sobre o Fórum Sebrae de Conhecimento, que está acontecendo desde 29 e  encerra hoje, 1º de setembro, com a palestra "Lideranças para diferentes gerações".

Este tema é maravilhoso! Por isso, tem sorteio de uma entrada para o evento hoje, aqui no blogTá afim de participar? Regras básicas: curtir a página do blog, compartilhar este post, seguir o perfil do instagram (@naquintessencia) e deixar seu nome completo por mensagem in box na fan page. Às 15h, anuncio o resultado na fan page do blog!


Confira a programação de hoje: 

Data: 1º de Setembro – Sexta-Feira
Hora: 17h
Local: Sede do Sebrae - Auditório Macapá
Credenciamento
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Hora: 19h
Caso de Sucesso no Amapá
Palestra: Experiência Empresarial do Grupo Monte
Apresentação: Empresário, Ladislao Monte

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Hora: 20h45
Palestra: “Lideranças para diferentes gerações”
Apresentação: Jornalista, Caco Barcellos. 
Local: Sede do Sebrae - Auditório Macapá

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