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In filmes Series stephen king

Filmes e séries de thriller psicológico


Há muito tempo atrás, na minha infância/adolescência tive contato com os filmes de terror, suspense e thriller psicológico (mesmo sem saber do que se tratava) e na época não tinha ninguém para conversar comigo e compartilhar tais informações  e esse novo mundo que eu acabava de descobrir. Lembro também de me chamarem de "Carrie, a estranha" por causa dos meus gostos e ser muito tímida. Pena que eu não tinha os poderes da Carrie, porque ai vocês sabem o que ia rolar. 

Mas voltando ao assunto, depois dessa época, e como o acesso as informações era bem difícil, deixei dormindo essa paixão e ela recentemente foi acordada durante minhas férias. E para quem me conhece, sabe que quando me apaixono por algo fico completamente obcecada, quero todas as informações, detalhes e claro, a coleção. E depois de lembrar que amor Stephen King e assisti muitas adaptações dos livros dele, resolvi fazer uma maratona. Comecei por Misery (Louca Obsessão) e não vou descrever o filme ou fazer uma crítica de cinema, não sei fazer isso, mas o que posso dizer é: QUE FILME! É daquele tipo que te prende do inicio ao fim, sem rodeios desnecessários. 




E falando em série, preciso muito recomendar Objetos Cortantes, que é uma adaptação do livro da Gillian Flynn, a mesma autora do livro "Garota Exemplar" que virou filme. A série objetos cortantes me deixou surpreendida, não vou mentir para vocês, os 2 primeiros ep´s são bem chatos e até meio irritantes com tantos flash back´s, porém, depois pega um embalo que te prende e faz você querer assistir aos 8 eps rapidamente. É uma série curtinha porém carregada de situações intrigantes. Ah e se você tem problemas em assistir temáticas referentes a problemas psicológicos, a série tem muitos gatilhos, por isso, é melhor deixar pra lá. Mas quem curte estudar e analisar casos com esse tema, é uma boa fonte de estudos. 




Depois me digam o que acharam! Pode ser lá no insta mesmo @camila_karina

Camila K. Ferreira 

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In Música Series

Assistir séries muda nossa perspectiva de qualquer coisa


O título desse texto parece ingenuo mas não é. Tirei o domingo para ouvir música e me deparei com um álbum do The Cure, o Desintegration. Nunca fui muito fã da banda e os hits que tocam até hoje nos bares de Macapá, me irritam. Comecei a ouvir The Cure com outra perspectiva depois que assisti a série One Tree Hill, que conheci via SBT com o título de "Lances da vida" (e não consegui mais assistir porque a emissora cortou na 2ª temporada) e completei a maratona de 9 temporadas em 2014, quando consegui acompanhar tudo graças ao torrent e comunidades do orkut. Lá The Cure é a banda favorita de uma das protagonistas, que é colecionadora de vinis e tem o quarto dos meus sonhos, com uma sala cheia de clássicos de vários estilos. 



A trilha sonora é um dos destaques da série além das citações de grandes nomes da literadura mundial. O peso emocional que esta produção tem para mim é gigante. Reassisto sempre que posso e cada vez descubro músicas, escritores diferentes e também perspectivas. 

Todos os personagens tem uma inspiração única e um ar melancólico que combinava com quem eu era quando acompanhei a série em tempo real. Hoje em dia, assisto para matar a saudade. Me senti meio orfã desde que acabou e ainda não consegui me conectar tanto com outra série como aconteceu com OTH. Mas voltando a nós e a conversa que iniciei ali em cima, o fato de eu não ser fã de The Cure, mudou no momento que procurei uma das músicas que ouvi num dos episódios da série e achei o álbum inteiro. A música "Pictures of you", fez com que acontecesse a mágica quando ouvi e isso me levou a todas as músicas que acompanham o álbum Desintegration. Nada mais que um clássico atemporal. Deu até vontade de ir num show da banda só para ter a experiência de ouvir ao vivo todas estas músicas incríveis. 




Engraçado pensar que na época de lançamento do álbum, em 1989, ele era considerado um disco pop! Certo, sei que o pop mudou, ganhou novos ares, que fico entre o amor e o desamor. O lance para mim é que, quase 29 anos depois, mudei minha perspectiva musical sobre uma banda que nunca tive tanto interesse assim. E para mim, música tem a ver com estado de espírito, maturidade e outros crescimentos internos que te permitem ouvir músicas de outra forma. Então, não dá para dizer que você nunca vai gostar de tal som. O tempo as vezes é ironico com nossas afirmações. Em 2014, ouvi apenas uma música, num contexto, e agora ouço o álbum Desintegration todo e posso dizer que é um álbum que quero ter na minha coleção. Logo eu, que odeio ouvir "Just like haven" por aí. Mas se tocar, eu danço. 

E minha perspectiva é outra depois de One Tree Hill, não tenho dúvidas. 


Por Camila K. Ferreira 

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In cinema Series

Série: Felicity


Sou dessas que se me apaixono por uma série vejo umas 500 vezes. Sem exageros. E acontece isso quase sempre com a série Felicity. Uma produção voltada para o público adolescente, que passava de madrugada no SBT, e foi rodada entre 1998 e 2002. Fez muito sucesso na época e eu só conseguia ver partes, nunca completa já que a emissora cortou sem aviso (como sempre fez com a maioria das séries). 

Mas na era do orkut estava lá, o arquivo completo. Que alegria! Me identificava em partes com a personagem, que basicamente abandona tudo por um cara e vai para Nova York atrás dele. Chegando lá, as perspectivas e a vivência mudam tudo na vida dela. O que de fato acontece com todos nós. 


As vezes fazemos planos, idealizamos e a vida vem e muda tudo. Foi assim com Felicity, que teve seus medos e expectativas superadas, teve frustrações e tudo isso fazia e faz parte da vida. Ben, que era o amor de escola dela, ainda não sabia muito bem à que veio, Noel o amor de faculdade, sabia muito bem. E a história percorre estes dois caminhos, que parecem apenas ser um triângulo amoroso, mas vai muito além. 

Criada por J.J. Abrams (aquele de Lost) e Matt Reeves, a série tinha detalhes bem interessantes, como as cenas em que Felicity falava no gravador com a terapeuta Sally, que podia ser até mesmo uma amiga invisível, mas eram nessas cenas que Felicity revelava todas as suas emoções, tudo que ela estava sentindo, e ai tinha toda a identificação sobre nossas angustias, que pareciam ser as mesmas! 


Não vou dar mais spoilers e recomendo muito esta série para quem está se sentindo orfã das produções adolescentes cheias de dramas e reflexões. Você vai reconhecer facilmente todos os atores do elenco. Ah! A trilha sonora é incrível também!

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